Historia

A 8 de Dezembro de 1853, Domingos Savio entrou nesta igreja, ajoelhou-se deiante do altar da Imaculada e consagrou-se a ela com esta brevissima oração (que durante muito tempo os jovens dos salesianos aprenderam de cor e fizeram sua):
“Maria, dou-vos o meu coração, fazei que eu seja sempre vosso.
Jesus e Maria, sede sempre os meus amigos, mas por favor, fazei-me morrer antes que aconteça a desgraça de cometer um só pecado”. O altar de Nossa Senhora, junto do qual Domingos Savio se consagrou a ela e o quadro que recorda a fundação da Companhia da Imaculada a 8 de Dezembro de 1854.
Dois anos deposi, Domingos Savio voltou a ajoelhar-se neste altar, não já sozinho, mas na companhia dos melhores rapazes do Oratório. Tinha fundado a “Companhia da Imaculatada”. Perguntara-se:
“Porque é que havemos de fazer o bem sozinhos? Porque não nos unimos, numa sociedade secreta, para sermos um pequeno grupo de apóstolos entre os colegas?” Dom Bosco aprovou a ideia. Domingos não sabia que só lhe restavam 9 meses de vida. Ma tinha feito a sua obra-prima.  Aqueles “primeiros fundadores” tornar-se-iam Salesianos. A companmhia espalhou-se por todas as casas salesianas por mais de 100 anos, tornando-se por todo o lado um grupo de rapazes empenhados e de seguras vocações. Nesta mesma igreja, atrás do altar-mor, Domingos Savio teve um êxtase diante do sacrário que durou mais de seis horas.

Miguel Rua disse nesta igreja a sua primiera missa em 1860.
D. Miguel Rua, um dos Salesianos da primeira hora (26 Janeiro 1854), celebrou a sua primeira Missa nesta Igreja em 1860 assistido pelo próprio D. Bosco. Tinha nascido ali perto em Turim-Valdocco a poucas centenas de metros.
Aos oito anos a Providência fê-lo encontrar com D. Bosco de quem tinha ouvido falar. Aquele encontro marcou para sempre a sua vida. Logo que o sacerdote, pediu-lhe um santinho. D. Bosco adivinhando o futuro daquela criança e o elo que o ligaria a si mesmo, fez o gesto de cortar a sua mão e disse-lhe:
+++++++++++ “Toma, Miguelito, toma:
+++++++++ nós os dois faremos tudo a meias”.

Naquele momento Miguel não entendeu nada, mas depois foi percebendo à medida que passavam os anos junto ao Santo dos jovens, trabalhando com ele para eles. D. Bosco não se enganou na sua intuição: Desde aquele momento Miguel Rua permanecerá para sempre com ele e será o seu mais fiel e genial colaborador sucedendo-lhe na orientação dos Salesianos por designação do próprio fundador.
Foi um grande e fiel imitador de D. Bosco em tudo, até mesmo na santidade. O papa Paulo VI beatificou-o a 29 de Outubro de 1972.

1860. A 22 de Outibro na primiera porta à esquerda desta igreja, acontece um facto extraordinario. Franceso Dalmazzo tinha chegado a Valdocco com 15 anos. Tinha muita força de vontade mas uma saúde débil. Disse a DOM Bosco: “Eu gosto de si, mas se continuo aqui, ficarei doente. Se de der licença, escrevo à minha mãe para me vir buscar”.
E assim fez. Mas na manhã em que devia ir-se embora, quis confessar-se com Dom Bosco. Enquanto esperava atrás do altar, enquanto de confessava e depois ao rezar, vê aparecer por três vezes os encarregados de distribuir o pão. Dizem a Dom Bosco que não havia pão para o pequeno-almoço. Da primeira vez, Dom Bosco mandou-os ir ao padeiro. Vêm dizer a Dom Bosco que o padeiro não fia mais. O santo diz-lhe que ercolham todo o paõ que ainda há no Oratório; ele mesmo o distribuiria à porta. Francesco percebe que está para acontecer algo de extra ordinário. Scindo da capela antes de Dom Bosco, diz à sua mãe que oesperava com a mala que esperasse um bocadinho. Quando chegou Dom Bosco, di-lo sob juramento, pegou num pão, olhou para o cesto e viu que havia uns 15 ou 20 pezinhos.
“Coloquei-me discretamente atrás de Dom Bosco, em cima do degrau, com os olhos bem abertos. DOM Bosco começou a distribuição.
Os jovens fizeram uma fila, contentes por receber dele o pão e beijavam-lhe a mão, enmquanto ele dizia a cada um uma palavra ou dava um sorriso. Todos os alunos, cerca de 400, receberam o seu pão. Acabada a distribuição, quis ver de novo a cesta do pão: estava lá a mesma quantidade de pães de antes. Fiquei assombrado. Corri para junto da minha mãe e disse-lhe:
“Já não volto para casa.Aqui come-se pouco, mas Dom Bosco é um santo”.
” Esta foi a única causa que me levou a ficar no Oratório e a fazer-me salesiano (MB 6, 777). Francesco Dalmazzo torna-se sacerdote. Foi director de Valsalice por oito anos e foi o primeiro procurador geral da congregação salesiana junto da Santa Sé.

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