Atares principais

São José

O altar dedicado a S. José, muito grande e belo, tem a particularidade de ser o único altar o único altar deste Santuário a ficar como o quis Dom Bosco, mesmo depois dos trabalhos de ampliação da Basílica feitos entre 1934 e 1938.
O quadro central foi feito pelo pintor Lorenzone (o mesmo que fez o quadro do altar principal) que trabalhou seguindo precisas instruções de Dom Bosco.
S. José é representado tendo nos braços o Menino Jesus. Ao lado, com um ar doce e materno de aprovação, está Maria com as mãos juntas.  Um detalhe importante:
Jesus dá a S. José rosas; e ele fá-las cair sobre a igreja de Maria Auxiliadora e sobre o Oratório, que aparece como era em 1869. No dia da inauguração, ao explicar o quadro, Dom Bosco disse:
As rosas brancas e vermelhas são as graças que Deus nos concede; também as rosas vermelhas, aquelas acompanhadas de dores,s ofrimentos e sacrifícios, vêm de Deus e são as melhores„.

São João Bosco (1815-1888)

Dom Bosco está também recordado na igreja que ergueu em honra de Maria Auxiliadora com um altar, obra do arquitecto Mário Ceradini.
É um verdadeiro monumento pela grandiosidade artística das linhas e pela harmonia dos mármores. A balaustrada e os degraus do altar são de mármore amarelo de Seina. Nos lados, duas estátuas de Nori seguram um cálice com uma hóstia e um coração flamejante, símbolos da fé e da caridade.
Quatro colunas de jaspe vermelho de Garessio emolduram o quadro, obra do pintor P. G. Crida, que representa Dom Bosco no meio de um grupo de jovens, enquanto os convida a olhar com confiança para Maria.
Os vitrais na parede de fundo recordam episódios importantes da sua vida em Valdocco. O da esquerrda refere-se à chegada de Dom Bosco e de Mãe Margarida à casa Pinardi (3 de Novembro 1846).
A urna de bronze encerra o cadáver de Dom Bosco. Os paramentos que o revestem foram dados pelo Papa bento XV. É um dos pontos de maior atracção da Basílica de Maria Auxiliadora. São numerosos os peregrinos ou simples fiéis que param em reflexão ou em oração silenciosa diante da urna de Dom Bosco: pais que recomendam os seus filhos ao grande santo da juventude, antigos alunos e alunas, jovens ou menos jovens que lhe rezam, ou jovens vistantes que recomendam ao seu patrono o presente e o futuro.

S. Maria D. Mazzarello (1837-1881)

À direita, junto da entradaprincipal, está hoja a capela de Santa Maria Domingas Mazzarello (1837-1881), confundadora, ao lado de Dom Bosco, das Filhas de Maria Auxiladora (FMA), também chamadas “Salesianas”).
Maria Mazzarello era uma mulher extraordinária, inteligente, dotada de voms enso e criatividade.
De piedade profunda, vivia sempre na presença de Deus, empenhada em ajudar as companheiras. Em 1864 encontrou Dom Bosco. Este, com olhar profético, vê naquela jovem a sua primeira Filha de Maria Auxiliadora. Alguém que pudesse continuar o trabalho educativo entre as raparigas. Maria Mazzarello faz-se religiosa para servir, como Dom Bosco e com Dom Bosco, Deus e a sua Igreja na sociedade do seu tempo, mantendo-se atenta às necessidades das jovens, especialmente das mais pobres.
O Papa João Paulo II, na sua visita a Turim-Valdocco em 13 de Dezembro de 1980, falando às religiosas na Basílica de Maria Auxiliadora disse dela:
“Santa Maria Domingas Mazzarello… falava das coisas respeitantes à virtude de maneira tão clara e persuasiva que parecia inspirada pelo Espírito Santo. Viveu na humildade, na mortificação e na serenodade a sua dedicação a Deus, realizando a sua “maternidade de amor” por milhares de raparigas”„,
Maria Mazzarello morreu em Nizza a 14 de Maio de 1881 e os seus restos mortais foram levados para valdocco em 1938 e colocados numa urna de bronza debaixo do altar preparado para a sua beatificação. A imagem da santa do quadro central e as outras pinturas são do pintor Crida.

S. Domingo Savio (1842-1857)

Esta capela era dedicada a S. Francisco de Sales, mas hoje é-o a S. Domingos Sávio, o aluno santo de Dom Bosco, morto aos 15 anos. Domingos esteve com ele em Valdocco apenas três anos. Demonstrou empenho nos estudos e grande bondade. O seu lema era:
“ANTES MORRER QUE PECAR”.
Dizia ainda:Domingos quer dizer ‘do Senhor’, e eu devo e quero ser todo do Senhor; quero fazer-me santo e serei infeliz até o conseguir”. O segredo da sua santidade (amadurecida na escola de Dom Bosco) era seimples: grande amor a Jesus na Eucaristia, grande devoção a Nossa Senhora, empenho concreto em ajudar os colegas a tornarem-se melhores e… uma alegria sincera e contagiosa que o tornava simpático a todos.
SANTIDADE E ALEGRIA”
indicam o estilo da sua santidade. Uma vez disse a um seu colega: “Fica a saber que nós aqui fazemos consistir a santidade em estarmos muito alegres. Procuramos somente evitar o pecado, como um grande inimigo que nos rouba a graça de Deus e a paz de coração; procuramos sempre cumprir exactamente os nossos deveres e participar nas coisas de piedade”. – Morreu aos 15 anos em 1857. Foi proclamado santo (“aquele pequeno grande santo”) em 12 de Junho de 1954. O quadro do pintor Mário Caffaro Rore retrata Domingos no acto de sair da porta do Oratório de DOM Bosco para ir ter com os seus amigos, pequenos e grandes. A urna, debaixo do plano do altar, contém as relíquias do santo rapaz.

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